Natal é tempo de festas, de celebrar!
Mas e se trocássemos presentes por presença? Vamos brincar?
E se marcássemos aquele café que sempre fica para depois?
E aquela noite das garotas, aquele momento a dois?
E se embalássemos o nosso afeto em um abraço-casa
Daqueles que são refúgio na tempestade,
Que trazem o sol de volta ao peito, faz o coração voar sem asa?
Que tal se celebrar o amor que chamamos de amizade?
E servíssemos, antes da ceia, gestos de gentileza?
E se as nossas palavras fossem doces,
como a sobremesa?
Oi, tudo bem? Quer conversar? Eu não sei, pode me ensinar?
O que eu posso fazer hoje para te deixar feliz?
E se aprendêssemos a ouvir, como música, tudo o que o outro não diz?
Estou confuso, não sei o que faço. Estou com medo. Me dá um abraço?
E se ao invés de amigo secreto, fizéssemos o amigo sagrado?
Agradecendo aqueles que estão sempre ao seu lado.
Amigo, obrigado por fazer parte da minha história.
Que bom construir contigo tanta memória!
Assim a gente transforma julgamento em acolhimento,
Dores em flores, margeando a trilha de volta para o coração.
Pois este foi o maior presente que nos deixou o Criador:
Ser da terra o sal, temperando a vida com amor.
Amor. Só amar. Lançar sementes de afeto. Ser teto. Ser lar.
Amar a vida, amar o outro. Se amar. Por onde plantar amor, florescerá.
Feliz Natal!